Bacalhau é o maior campo offshore da Equinor fora da Noruega, com mais de um bilhão de barris de óleo equivalente (boe) de potencial de produção. O campo está em operação desde Outubrode 2025, produzindo energia de forma eficiente, segura e com emissões reduzidas.
Bacalhau está localizado na Bacia de Santos em duas licenças: BM-S-8 e Norte de Carcará.
O ativo tem um reservatório de carbonato de alta qualidade contendo óleo leve. A Equinor adquiriu a operação em 2016.
Bacalhau é o primeiro ativo na área do pré-sal brasileiro a ser inteiramente desenvolvido por uma operadora internacional e no qual a Equinor usa sua competência global e experiência local para gerar valor com emissões reduzidas.
> 1 bilhão boe
Potencial de produção acumulado
2025
Início da produção
220 mil
Barris por dia de capacidade de produção
~9 kg CO2
Emissões médias por boe produzido
O início seguro de Bacalhau simboliza um marco significativo para a Equinor. Bacalhau representa uma nova geração de projetos que combinam escala, otimização de custos e intensidade de carbono reduzida. Com esse desenvolvimento, reforçamos a longevidade da nossa produção de óleo e gás e garantimos criação de valor pelas próximas décadas.
Anders Opedal
Presidente e CEO da Equinor
Da descoberta à produção
Conheça no vídeo a jornada de Bacalhau até o primeiro óleo:
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Em 2021, juntamente com nossos parceiros, ExxonMobil Brasil (40%) e Petrogal Brasil (20%), a Equinor anunciou o investimento de aproximadamente US$ 8 bilhões para a Fase 1 de Bacalhau, demonstrando compromisso com o Brasil e apoiando nossa ambição estratégica de continuar crescendo no país como uma área relevante para a companhia.
A campanha de perfuração da Fase 1 de Bacalhau começou em 2022 e compreende 19 poços. O campo está situado em águas ultraprofundas, com profundidades de mais de 2 mil metros, e tem um reservatório complexo com pressão de 900 bar. Com mais de 1 bilhão de reservas de recuperação estimadas para a Fase 1, Bacalhau é importante não apenas para o Brasil, mas também para o mercado global. O campo fornece energia com emissões reduzidas e, ao mesmo tempo, cria oportunidades de emprego local e efeitos em cascata para a cadeia de suprimentos.
Bacalhau conta com um dos maiores e mais modernos FPSOs (navio-plataforma) do Brasil. O navio tem 370 metros de comprimento e 64 metros de largura, com capacidade de produção de 220 mil barris de óleo por dia.
Após um ano e meio de integração e comissionamento em Singapura, o FPSO Bacalhau levou cerca de dois meses para chegar em águas brasileiras.
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Ciclo combinado: a tecnologia por trás da redução de emissões
O FPSO de Bacalhau não é apenas impressionante em escala, mas, o que é mais importante, em eficiência. Bacalhau será o primeiro ativo a ter um FPSO no Brasil que usa turbinas a gás de ciclo combinado, reduzindo significativamente suas emissões de carbono.
A tecnologia combina uma turbina a gás com uma turbina a vapor para aproveitar o excesso de calor que, de outra forma, seria perdido. Quatro turbinas a gás e duas turbinas a vapor gerarão mais energia com a mesma quantidade de gás utilizada.
A introdução da tecnologia de ciclo combinado aumenta a eficiência energética e reduz as emissões de CO₂. Espera-se que o campo tenha uma intensidade de CO₂ de aproximadamente 9 kg/barril, metade da média da indústria.
Uma parceria de valor com o Brasil
Para a Equinor, é muito importante criar valor onde operamos. Nosso negócio principal e nossa cadeia de suprimentos fornecem energia a milhões de pessoas em todo o mundo e, ao mesmo tempo, criam um impacto econômico significativo. Isso é alcançado por meio de impostos, empregos, desenvolvimento de competências, educação, inovação e impacto social. Acreditamos que as empresas devem contribuir ativamente para as sociedades que atendem.
Foto: Eva Sleire/Equinor
Spooling dos tubos:
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Instalação do manifold:
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O início da produção em Bacalhau não é apenas um marco para a Equinor e seus parceiros, mas também para o Brasil. Desenvolvido em águas ultraprofundas, a mais de 2 mil metros, e sob alta pressão do reservatório, Bacalhau é um testemunho do que a engenharia de classe mundial pode alcançar. Ao longo de sua vida útil de 30 anos, Bacalhau criará cerca de 50 mil empregos e proporcionará produção de longo prazo com intensidade de carbono reduzida. Este projeto reflete nosso profundo compromisso com o futuro energético do Brasil, reforçado por nossos investimentos de US$ 25 bilhões até 2030.
Veronica Coelho
Presidente da Equinor no Brasil
Foto: Jonny Engelsvoll
Desenvolvendo um reservatório complexo
Bacalhau é um dos projetos de óleo e gás mais complexos do mundo. Isso se deve às características de seu reservatório. O campo está localizado em águas ultraprofundas, com profundidades de mais de 2 mil metros, e tem um reservatório de carbonato complexo com uma pressão de 900 bar.
Até o momento, esse é o poço de desenvolvimento mais profundo perfurado pela Equinor. Para desenvolver um reservatório de alta qualidade, complexo, de alta pressão e em águas ultraprofundas, é necessária uma colaboração multidisciplinar com foco na segurança.
Construção do FPSO:
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Integração do FPSO:
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FATOS
A descoberta foi feita pela Petrobras em 2012
A Equinor é a operadora desde 2016
Primeiro óleo em 2025
Bacalhau é o primeiro projeto greenfield no pré-sal a ser desenvolvido por uma operadora internacional
Localizado a 185 km da costa do município de Ilhabela/SP, no estado de São Paulo, em lâmina d'água acima de 2 mil metros
As reservas da Fase 1 são superiores a 1 bilhão de barris, com capacidade de produção de 220 mil boe/d
Os parceiros em Bacalhau: Equinor (40%, operadora), ExxonMobil Brasil (40%), Petrogal Brasil (JV Galp|Sinopec) (20%) e Pré-Sal Petróleo S.A (PPSA - Companhia Governamental, Gestor do Contrato de Partilha)