Equinor na ROG 2020: Diversidade, inovação e sustentabilidade em pauta no segundo dia do evento

3 de Dezembro de 2020 12:11 CET

Gestão de pessoas, diversidade e inclusão, metas de sustentabilidade e atração de talentos. Esses foram os principais assuntos dos eventos com a presença de profissionais da Equinor no segundo dia da Rio Oil and Gas 2020 (02.12).  A palestra intitulada "A indústria de óleo e gás na visão dos jovens talentos" contou com a participação de Maria Clara Cardona, Principal Consultant Development and Deployment da Equinor Brasil. 

Em sua apresentação, Maria Clara afirmou que o mundo e a indústria do petróleo estão passando hoje por uma transição energética, mas também por uma transição geracional. Este cenário, na opinião dela, não traz conflitos, mas sim oportunidades de ganho para as empresas do setor. Citou alguns exemplos de iniciativas da Equinor nesse sentido, como o hub de colaboração, que aproxima profissionais de diferentes perfis e idades, e os programas de mentoria para jovens talentos na empresa.

Ela comentou sobre o desafio de atrair e reter os jovens de hoje, extremamente digitalizados, que veem com urgência as questões ambientais e buscam crescimento profissional rápido. Nesse sentido, ela mencionou medidas que a Equinor vem adotando na seleção de estagiários, como a não obrigatoriedade do conhecimento de língua inglesa e a ausência de filtro por universidade na escolha dos futuros profissionais.   

Equinor Lectures - Ao todo, quatro palestras foram realizadas nesta quarta-feira no estande virtual da Equinor. Diferentes temas foram abordados, mas todos reforçaram o compromisso da empresa com seu tripé estratégico - Sempre seguro (Always safe), Alto valor (High value) e Baixo carbono (Low carbon) - e seus valores: transparência (open), coragem (corageous), colaboração (collaborative) e cuidado (caring).

Na área de gestão de pessoas, quem falou foi a especialista em desenvolvimento humano Tina Birgitte, que apresentou um painel sobre diversidade e inclusão, questões importantes para a Equinor desde o processo de recrutamento do profissional. Segundo ela, as melhores decisões vêm de times em que haja diversidade. Lembrou que a empresa está sempre se aprimorando: no quesito gênero, a meta é ter 50%-50% e para isso os esforços são para aumentar o número de mulheres em todas as funções e áreas da companhia, inclusive offshore. Já na questão de atrair novos talentos, ela citou os programas de estágio, trainee e jovem aprendiz – este último será lançado no próximo ano. "É um caminho de mão dupla, em que eles aprendem e nós, também", concluiu.

Outros dois painéis trouxeram palestras analisando a questão do supply chain e a captação de fornecedores, e foram apresentados pelos especialistas de compras Lucilene Bragança, Bárbara Cavalcante, Cássia Rosa e Márcio Moreira. Todos eles enfatizaram o interesse e a disponibilidade da Equinor em trabalhar com fornecedores de diferentes perfis e tamanhos (empresas de porte grande, médio, pequeno, startups). Todos trouxeram como principal mensagem da companhia a busca contínua pela excelência nos serviços, aliada ao compromisso de gerar valor e progresso locais. 

Eles destacaram que tecnologia e inovação fazem parte do DNA da Equinor, que estão abertos a novas soluções para aumentar a eficiência das operações da companhia e ressaltaram que a companhia tem interesse em trabalhar com empresas com as quais nunca trabalharam ou que nunca se apresentaram a eles até então. E que inovação é a porta de entrada desses fornecedores.

Para falar sobre climate roadmap, emissões de carbono e metas de redução, a analista sênior de sustentabilidade Ana Paula Brandão fez uma apresentação resumindo os principais avanços e desafios que a Equinor tem tido nesse caminho.  Entre os desafios, ela lembrou que a companhia quer reduzir em 0,25% o nível de emissões de gás metano, mas que a performance internacional de emissões de metano da empresa já está abaixo da meta da Oil & Gas Climate Initiative (OGCI) para 2025. E ressaltou a importância dos parceiros, para que estejam sempre a esses princípios da Equinor. Entre os avanços, ela mencionou o Complexo Apodi, primeiro ativo de energia solar no portifólio global da empresa, e o pedido de licença apresentado este ano junto ao Ibama para o desenvolvimento de um complexo eólico offshore.